• Rogerio Gonzales

Organizar-se a partir de novas referências

Atualizado: Jan 7

Vivemos um contexto praticamente insustentável em nossa forma de trabalhar e em nossa forma de viver, e essa incerteza pode ser paralisante.

Imagine chegar no primeiro dia de aula na sua nova faculdade e não encontrar nenhum professor, descobrir que não há provas e que você não terá aula durante toda a graduação... Louco, né? Eu me vi nessa situação em minha temporada de estudos na Team Academy, como você pode ler aqui.

 

Mas... O que fazer quando nossas referências de estrutura e de poder se alteram?

Comece pelo que é mais importante para seu time e construa momentum.


Em nossa prática consultiva vemos uma multiplicidade de organizações propondo transformações radicais nas formas de sistematizar estrutura, fluxo de trabalho e poder. Esse movimento é fundamental, pois vivemos um contexto praticamente insustentável em nossa forma de trabalhar (adoecimento e ineficiência) e em nossa forma de viver (consumo desenfreado e crises climáticas).


Isso sem entrar nos aspectos de organização social, com um pensamento individualista cada vez mais exacerbado e por vezes percebido como única solução para lidar com o caos que enfrentamos enquanto sociedade. Essa incerteza pode ser paralisante e nos levar a pensar que os sistemas desenvolvidos enquanto sociedade já não são suficientes para dar conta dos desafios.

 

É típico que se aumente o controle, a influência e o poder sobre os indivíduos privando-lhes da liberdade para que se conformem às regras prevalentes desde os filósofos contratualistas. Mas não é bem assim que acabamos por atuar em nossas organizações?


 

Desse modo, é com a boa intenção de encontrar a solução simples e efetiva que buscamos que trazemos um benchmark que funciona em outro lugar. Assim adotamos uma nova prática, nova técnica e novo rito para mudar o sistema. Damos liberdade às equipes e agora elas são autônomas.

 

É assim que funciona no Vale do Silício e assim que a nova geração funciona. Porém, nos esquecemos que copiar e colar não funciona para a construção de engajamento dos indivíduos: eles já viveram antes processos de mudança, alguns mais intensos outros mais brandos. Só que todos aprenderam que voar a baixa altitude os mantém vivos.


Eles sobrevivem fora dos radares, cumprindo o necessário, se esforçando e esbarrando nas limitações da estrutura, como hierarquia, processos, sistemas... name it.


Por isso para um câmbio efetivo na mentalidade, o processo de transformação precisa do patrocínio dos dirigentes. É necessário que se tenha um propósito, uma visão e métricas definidas para acompanhar a jornada adiante, e esse é só o começo.


São os times e as equipes da organização que colocam em marcha ou não a transformação propostas pela direção e inspiradas em benchmarks de sucesso e modelos estruturados de consultorias multinacionais.

 

Se tua equipe de atendimento não ressignificar o olhar inspirador para a própria realidade, as práticas antigas se manterão as mesmas e as proposições novas serão executadas de forma esvaziada, de modo que logo serão vistas como um peso ao invés de uma solução para os desafios enfrentados.

 

Quais das ferramentas propostas pela nova metodologia, resolve o problema que temos hoje enquanto time?

 

O que nos impede de termos o trabalho dos sonhos?

 

Aqui serão entregues boas dicas de caminhos que podem ser construídos, com engajamento, com intencionalidade, com método... Comece pelo que é importante para seu time e construa momentum!



Te interessou? Quer entender mais sobre o teu time e aprender formas de melhorar sua performance através de um ambiente mais leve e colaborativo? Nós podemos te ajudar! Fale conosco e marcamos um café.

 

LA REDE - Laboratório de Redefinição

 

Porto Alegre - RS, Brasil

  • LinkedIn
  • Instagram
  • Facebook
  • YouTube